Luciane diz que falta de atendimento às crianças de zero a três anos é anterior à pandemia

A deputada estadual Luciane Carminatti observou, na sessão plenária de quinta-feira (13) na Assembleia Legislativa (Alesc), que a falta de atendimento na educação infantil não surgiu com a pandemia pois, mesmo antes não havia vaga para quase metade das crianças de zero a três anos. Ela disse que está ciente do sufoco dos pais que precisam trabalhar e não tem com quem deixar seus filhos, assim como dos problemas financeiros das escolas e das demissões de trabalhadores.
“Já realizamos uma reunião com as associações nacional e estadual de educação infantil da rede privada para discutir o retorno. Tratamos sobre linhas de crédito com o secretário da Fazenda, Paulo Eli e a maior dificuldade é o cadastramento do CNPJ, pois é necessário apresentar uma fonte oficial com o número de profissionais e alunos atendidos”, informou.
Luciane, que é presidente da Comissão de Saúde da Alesc, disse que há cinco grupos em Santa Catarina, de 30 a 40 pessoas, compostos por profissionais da saúde, da educação, governo do Estado, creches e escolas, públicas e privadas elaborando protocolos de retorno às aulas.
“No caso do público infantil e fundamental, a situação é muito preocupante porque não estamos discutindo a volta com a curva de contaminação da Covid-19 em baixa. Imagine numa escola de educação infantil com 200 crianças e 10 infectados. Não se tratam só de crianças, mas dos familiares, dos idosos, dos profissionais. Temos que analisar com muita seriedade”, ponderou.
A deputada informou, ainda, que na tarde desta quinta-feira haverá a segunda reunião para tratar do assunto e que o protocolo do ensino profissionalizante, médio, superior e de educação de jovens e adultos, com 49 páginas e observando as medidas de segurança, foi o primeiro a ser oficializado.
Foto: Solon Soares
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