Luciane destaca protagonismo das mulheres em 41 anos do PT

A deputada estadual, Luciane Carminatti (PT), destacou na manhã dessa quinta-feira, na sessão plenária da Alesc, o protagonismo das mulheres em 41 anos do Partido dos Trabalhadores completados ontem. Lembrou que no mesmo ano em que teve seu reconhecimento como partido político pelo Tribunal Superior Eleitoral, em 1982, ocorreu o 1º Encontro Nacional do PT sobre Movimento de Mulheres, momento em que deixaram bem claro que a luta não seria uma pauta secundária e que abriram espaço para a estrutura feminista do PT.

“A disposição das mulheres petistas em firmar posição de direção e decisão nos conselhos e coordenadorias, nas entidades e organizações foi um fator decisivo para o partido ousar e eleger a primeira presidenta do Brasil, em 2010. Dilma teve total apoio das mulheres, na disputa eleitoral daquele ano e foram essenciais em sua reeleição em 2014”, ressaltou.

Segundo a deputada, o governo Dilma foi um momento histórico de avanços para as mulheres, e de conquistas de espaços importantes para se tornarem “senhoras de seus destinos e suas vidas”. “Nos referimos à legislação contra a violência, como a Lei do Feminicídio, tornando este um crime hediondo; às leis sociais, como a que regulou o trabalho da empregada doméstica, garantindo-lhe direitos trabalhistas que historicamente lhe foram negados; às iniciativas como a Casa da Mulher Brasileira, que buscava amparar, proteger e incluir as mulheres vítimas da violência, programa que o governo atual lançou em Santa Catarina no Sul do Estado e anunciou em Florianópolis.”

 

Cota obrigatória

Luciane destacou que em 1991, durante o 3º Encontro Nacional do PT sobre Movimento de Mulheres, foi aprovada a resolução de garantia da participação equitativa entre homens e mulheres na estrutura partidária. No mesmo ano, foi aprovada a cota de 30% para as mulheres em cargos, seis anos antes da aprovação da lei nacional que hoje exige os mesmos 30% para todos os partidos.

Em 2 de setembro de 2011, durante o 4º Congresso, o plenário aprovou a “paridade de gênero na composição das direções, delegações, comissões e nos cargos com função específica de secretarias” como uma das reformas do estatuto do Partido dos Trabalhadores.

E em 2017, durante o 5º Congresso Nacional, foi criada a Secretaria Nacional LGBT, que já funcionava como setorial, mas que ganhava mais espaço e autonomia. Luciane afirmou que o PT foi o primeiro partido brasileiro a ter uma Secretaria Nacional LGBT, que tem como primeira secretária nacional uma mulher e que isso diz muito sobre a visão de mundo do partido e qual é a política que ele se dispõe a construir.

“Chegamos aos 41 anos de partido vislumbrando ‘uma nova primavera para nossos sonhos’. Seguimos carregando as bandeiras sociais, unidos(as) em movimentos coletivos, fazendo avançar a democracia e promovendo mudanças ao dar voz e espaço aos que sempre foram excluídos. Não somos perfeitos, nem temos a pretensão de ser. Queremos mesmo é justiça social, inclusão, respeito aos direitos, dignidade para a classe trabalhadora, mais amor e menos ódio”, concluiu.

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