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Santa Catarina tem dia histórico de luta contra o retrocesso de direitos e todas as formas de abuso e opressão contra as mulheres

Mulheres trabalhadoras da cidade e do campo de toda Santa Catarina se uniram ao movimento mundial e saíram às ruas neste 8 de março contra a Reforma da Previdência, o feminicídio, retrocesso de direitos e todas as formas de abuso e opressão. Ao todo foram 12 cidades do Estado tiveram atividades do 8M, Chapecó, Blumenau, Tubarão, Criciúma, Rio do Sul, Fraiburgo, Florianópolis, Lages, Caçador, São Miguel do Oeste, Jaraguá do Sul e Joinville. As ruas foram lotadas de lilás com uma marcha que transpassou as temeridades e o momento obscuro que o país vive desde o golpe contra a primeira presidenta eleita democraticamente, Dilma Rousseff.

Para a secretária Estadual de Mulheres do Partido dos Trabalhadores de Santa Catarina, Tânia Slongo, a construção do 08 de março foi um exercício coletivo, feito a muitas mãos. Em todo estado mulheres se levantaram para, dizer não à reforma da previdência e um basta todas as formas de violência e pela manutenção dos direitos adquiridos ao logo da história.

“Este 8 de março teve uma dimensão internacional de solidariedade e unidade. Foi rica a experiência e não iremos parar até garantir que nossos direitos já conquistados como aposentadoria não sejam retirados, só aceitaremos ampliação de direito e não retirada. Temos um calendário de luta pela frente, como por exemplo a greve do magistério e a greve geral prevista para o dia 15”, afirmou Tânia.

Anna Julia Rodrigues, presidenta da Central Única dos Trabalhadores de Santa Catarina (CUT-SC), ressaltou a participação das entidades CUTistas nas atividades das mulheres. “Não deixamos nenhum espaço em branco, mostramos que as mulheres também estão organizadas e que sabemos dialogar umas com as outras e construir grandes atividades”, explicou.

Anna destaca a participação dos homens que entenderam a necessidade desse dia de mobilização e marcharam juntos com as mulheres, respeitando o protagonismo feminino, “quando uma mulher avança, nenhum homem retrocede”, finalizou.

Em Florianópolis o dia começou cheio de atividades, às 6h já havia tendas no Largo da Alfândega onde aconteciam rodas de conversas, oficinas, mamaços, apresentações culturais e exibições de documentários, que perdurou por toda a manhã e tarde. Às 17h o manifesto, elaborado pelo coletivo de mulheres da organização do 8M foi lido na tenda principal.

Em texto, o manifesto diz:

“Paramos para denunciar:
As múltiplas violências, opressões e assédios, físicos e psicológicos, que sofremos diariamente nas ruas, nos ônibus, nas escolas, nos espaços de lazer, na mídia e até dentro de nossas casas, no campo e na cidade.

As violações das nossas vidas provocadas por um modelo de Estado patriarcal e capitalista, que faz do Brasil o 5º país que mais mata mulheres no mundo.

Os ataques aos direitos das mulheres promovido pelo governo golpista e ilegítimo de Michel Temer, principalmente as Reformas da Previdência e Trabalhista.”

Leio o manifesto na íntegra clicando aqui

Região Oeste se levanta em defesa da aposentadoria das mulheres – Chapecó e São Miguel do Oeste fizeram grandes atividades em protesto contra a Reforma da Previdência. A região que tem sua economia voltada para a produção rural, terá reflexos econômicos e sociais negativos caso essa reforma da previdência seja aprovada. Além disso, as mulheres alertam sobre a sucessão das propriedades e dos cultivos rurais, que serão impactados com a nova regra da Reforma da Previdência, que prevê o pagamento do INSS, por parte das agricultoras e agricultores< de forma individual e mensal.

 

Região Sul vai às ruas dialogar com a população – Tubarão e Criciúma reservaram o dia 8 de março para ir as praças e em frente as agências da Previdência Social, conversar com as trabalhadoras sobre a Reforma da Previdência. Com o Jornal da CUT-SC em mãos, mulheres e homens dirigentes sindicais mostraram os impactos da Reforma da Previdência que prejudica todos e todas, desde o servidor público, até o trabalhador da iniciativa privada, seja através do aumento da idade mínima de 65 anos para homens e mulheres, ou através da contribuição mínima de 49 anos.

Região do Meio Oeste faz história e faz grandes atos de mulheres e homens contra a Reforma da Previdência – Lages, Caçador e Fraiburgo se mobilizaram e foram às ruas em grandes atos denunciar o que essa reforma significa a vida das mulheres e dos homens. Região do estado com grande vulnerabilidade social e altos índices de violência contra as mulheres, o debate trouxe a tona o que os grandes meios de comunicação não informam as trabalhadoras: essa reforma vai trazer mais pobreza para o povo.

Vale ocupou as praças e coloriu de lilás, cor de luta das mulheres – Blumenau e Rio do Sul marcaram o dia das mulheres com rodas de debates e manifestos em praças e em frente as agências do INSS. O debate com as trabalhadoras refletiu sobre a dupla e tripla jornada e os impactos da reforma da Previdência para todas, em especial as professoras e servidoras públicas.

Norte com debate e conscientização das mulheres para lutar pelo direito de se aposentar – Joinville e Jaraguá do Sul foram as ruas, praças e portas de fábricas conversar com as mulheres trabalhadoras sobre o aumento da idade da aposentadoria, o impacto da reforma nos direitos garantidos dentro da Previdência Social e a necessidade de uma reação de todas e todos para barrar o retrocesso.

Florianópolis e a diversidade das mulheres – A capital do estado realizou uma atividade intensa com as mulheres que foi das 6 da amanhã até às 9 da noite. Com muita cultura e energia, durante todo o dia as mulheres que passavam pelo centro da capital puderam parar na Tenda Feminista e conversar sobre os seus direitos. Ao final do evento uma grandiosa marcha foi realizada com homens e mulheres que lutam contra a retirada de direitos.

 

Texto por Daisy Schio e colaboração de Silvia Medeiros

Fotos por Silvia Medeiros e Catarinas

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