Luciane questiona critérios para flexibilização da quarentena

A deputada estadual Luciane Carminatti (PT/SC) questionou a falta de transparência e segurança em relação aos critérios que as autoridades estão se baseando para a flexibilização total da quarentena. “Estamos prestes a fechar 90 dias de pandemia e não temos sequer testes suficientes e não sabemos quais hospitais receberão mais leitos e quando. Não há quem aponte onde o dinheiro público está sendo aplicado e que efeito está surtindo no combate ao coronavírus em Santa Catarina”, afirmou.

Luciane advertiu que o Estado acumula quase 9.500 casos de Covid-19 e 146 mortes, “sem contar as não notificadas”. “Das 295 cidades, o vírus já chegou a 218, ou seja, na grande maioria. Enquanto isto estamos prestes a liberar todas as atividades, incluindo aquelas onde a aglomeração de pessoas nunca conseguiu se evitar, como o transporte público, sempre super lotado”, disse.

Plenárias Virtuais – A deputada afirmou que, nas duas últimas semanas, rodou virtualmente o Estado em plenárias por cada uma das regiões que reuniram, juntas, quase 500 pessoas. Fui prestar conta do meu trabalho neste período e principalmente ouvir as angústias, necessidades e sugestões da população. “Não tem sido pouco o trabalho, temos uma série de projetos para discutir e votar para amenizar os sofrimentos trazidos por esta pandemia, que insiste em castigar o nosso país.”

Luciane sugeriu ao governador Carlos Moisés que faça como os deputados, ouça as demandas das regiões e tome atitudes de estadista. “Este desejo tão básico se estende ao governo Federal. A OMS diz que o Brasil é o epicentro atual do coronavírus e é um drama ter como presidente um sujeito que se diz amigo do vírus, inimigo da democracia, da verdade e de seu povo”, reclamou.

Para ela, o ambiente é de muita tensão. De um lado os militares, de outro o “centrão” e no meio “um presidente atolado em investigações e pedidos de impeachment”. “Este não é o Brasil que merecemos. Precisamos estar firmes, fortes e corajosos para salvar a nossa gente, a nossa história, as futuras gerações, voltar a se alimentar o suficiente, dormir em paz e sorrir com tranquilidade”, ressaltou.

 

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