SC registra retrocessos contra a homofobia

Santa Catarina, estado que se orgulha de ter renda per capita elevada, melhor educação e qualidade de vida do que os outros estados brasileiros fecha os olhos para a homofobia.
Esta semana, na Câmara de Vereadores de São Miguel do Oeste, a maioria dos vereadores votaram contra o projeto, da vereadora Maria Tereza Capra, que institui o “Dia de Luta contra LGBTfobia”. O projeto previa que o município deveria promover, no dia 17 de maio, atividades para conscientização, prevenção, orientação e combate à LGBTfobia e estimular a conscientização sobre o respeito à liberdade de orientação sexual.
Em Itajaí, acabamos de ver uma live ser censurada. Intitulada “Roda Bixa” e feita POR e PARA ADULTOS, fala de memórias e registros de cinco artistas homossexuais, que relatam, em formato de podcast e vídeo, suas trajetórias, vidas e existências enquanto LGBTQIA+.
Ao se recusarem a enfrentar um tema causador de extrema violência, as autoridades fecham os olhos para a homofobia e suas graves consequências e a luta contra a intolerância anda para trás.
Em 2019 tivemos 329 mortes de LGBTQIA+, que significa que, a cada uma hora um é agredido no Brasil, segundo Relatório divulgado pelo Grupo Gay da Bahia (GGB). O País é também o que mais mata travestis e transexuais no mundo.
Os dados das ilustrações são da Fundação Getúlio Vargas feito com base no número de denúncias do Disque 100, plataforma para denúncias de violações dos Direitos Humanos.
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